Dia 26 – Barcelona

15 maio

A luz mágica

Depois da fonte mágica e depois de ter meu momento mágico falando com a Phi pelo Skype, fui dormir já na madrugada daqui, e tenho que compartilhar uns sustos que eu ainda tomo nas minhas noites barcelonetas, tem uma tomada de luz que fica exatamente no nível da cama, e como sou hiperativa até debaixo do edredon vira e mexe… viro, me mexo e acendo a luz, é engraçado pra não dizer que é assustador acordar e não saber o que tá acontecendo, no primeiro dia eu pensava que a casa era mal assombrada ou que era um sistema “timer” de despertar. Algum riso, muito sono e volto a dormir. Alias este foi o verbo do dia chuvoso em BCN, depois da aula não consegui dormir mas passei o dia embaixo do edredon, me atualizando com blogs e com Viver a Vida, alterando mais uma parte da viagem que mudei prá ir prá Marrakesch com a Guta daqui a quinze dias, antes disso tem Ibiza e muita coisa por aqui ainda.

Tem coisa mais mágica que essa sobrinha linda falando com a Tia Patá pelo Skype?

 

Entre verbais e orais vou treinando a língua

Ontem fui convidada pelo coordenador da escola para mudar para uma classe com nível melhor, tá bom, sei que mereço créditos e aplausos, mas com alguma modéstia vou dizer que nós, brasileiros, temos vantagens para aprender espanhol, o idioma tem suas palavras que nos enganam, tem suas diferenças eu sei, mas só entendi mesmo nossa vantagem quando vi as suecas e os coreanos falando, tem umas palavras e sons realmente difíceis pra eles. Vantagens a parte, orgulho faz parte, mas preferia ficar na minha classe, porque meu professor Davi sabe tudo de história e cultura espanhola, entre subjuntivo e outros tempos verbais, falamos de coisas orais, finais felizes, bares, passeios… Mas enfim, não tive muita escolha, na segunda começo em outra classe, mas já marcamos uma festinha na casa da americana Kristen regada a comida coreana da Joy e minhas caipirinhas.

 

A mal tiempo… buena cara

O tempo não ajudou hoje, não me animei a sair á tarde e nem a levar a máquina na tradicional saidinha da noite: Xampañeria. Foi um dia sem fotos, mas com muita cava e chupiscos.

Sobre a Xampañeria já escrevi na sexta passada, mas cada vez quero ir mais e observar mais, o lugar merecia um estudo de marketing, tem tudo de ruim… mas é muito bom! (não é limpo, é cheio, apertado, você fica em pé, derramam cava em você, o mesmo cara que pega o dinheiro é o que traz seu lanche, é tudo padrão, é pão pão, queijo queijo, jamon jamon, cava cava, sem outras opções, um cara bravo na porta, sem banheiro). Já fui um dia à tarde e tava cheio também, e não é boom de modismo, afinal tá aberto desde 69, antes do ditador Franco morrer! Vai ver que o sucesso tá no número cabalístico da inauguração.

 

De 69 a Chupetería

Deixo a duvida sobre o sucesso da Xampa aqui, um lugar para amar ou odiar, eu amei e volto semana que vem prá me despedir ou vou tomando uns goles das três garrafas que comprei de recuerdo enquanto isso. Depois da Xampa fomos a Chupetería Espit, mais um lugar inocente, ou quase. Chupitos aqui são doses, shots e este bar além de ter o brasileiro Tiago como barmam têm 580 chupitos a escolha. Muitos com nomes estilo Passarela do Álcool de Porto Seguro, já fui advertida pelo meu professor prá não pedir a Mamada ou Monica Lewinski, não vou explicar, mas fique a vontade prá imaginar o estilo e onde vem servido o drink.

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